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quinta-feira, 27 de março de 2025

DIFERENÇA - DIZIMO - OFERTA E DOAÇÃO

 

Na Bíblia, o dízimo é mencionado em Deuteronômio 14:22-29, Gênesis 28:22, Malaquias 3:10, entre outros versículos.                                                                                                                  INFORMAÇÃOES EXPLICATIVAS DO GOOGLE E DA BIBLIA:

Na Bíblia, o dízimo é mencionado em Deuteronômio 14:22-29, Gênesis 28:22, Malaquias 3:10, entre outros versículos.

O dízimo é uma contribuição periódica, enquanto a oferta é uma doação espontânea. 
Dízimo
  • É uma contribuição mensal, proporcional à renda, que demonstra compromisso com a igreja 
  • É uma forma de agradecer a Deus e reconhecer que ele é o sustento 
  • É uma forma de ajudar a manter a igreja e a missão evangelizadora 
  • Oferta
    • É uma doação que pode ser feita em qualquer igreja, sem periodicidade 
  • É uma forma de agradecer a Deus por tudo que ele tem feito 
  • É uma forma de ajudar a igreja ou os irmãos mais necessitados 
  • Pode ser financeira, ou em forma de alimentos, materiais ou roupas 
  • Pode ser feita em qualquer igreja, não precisa ser apenas na sua paróquia 
  • Na Bíblia, o dízimo era a décima parte dos bens que cada família produzia e que era ofertada a Deus em sinal de gratidão.
    A diferença entre dízimo e oferta Muitas pessoas confundem o dízimo com a oferta, que é a contribuição que fazemos à igreja na hora da coleta de cada missa. A oferta tem um significado diferente do dízimo. O dízimo tem um valor constante, e proporcional a renda, devolvido à igreja normalmnete uma vez por mês.
    4 dicas de como abordar a diferença entre o Dízimo e a oferta ...
    Qual a diferença entre oferta e dízimo?
    a oferta é algo que se dá além do dízimo, é uma entrega sem compromisso que o fiel pode fazer em qualquer igreja ou obra caritativa, sem necessariamente ter uma periodicidade definida. Além da contribuição financeira, ela também pode ser feita por meio de doação de alimentos, materiais, roupas, entre outras coisas.







    Falando sobre o dízimo - 

    Fonte - https://diocesesa.org.br/2019/06/entendendo-o-dizimo-a-partir-do-doc-106-da-cnbb/#:~:text=O%20Papa%20Francisco%20tem%20insistido:%20%E2%80%9CS%C3%B3%20podemos,aquelas%20a%20serem%20realizadas%20na%20pr%C3%B3pria%20comunidade 


    Quando falamos de dízimo, não falamos apenas sobre dinheiro, antes devemos entender que o dízimo é parte integrante no processo de evangelização. A Graça e o Amor de Deus não tem preço e nem são produtos de comercialização junto aos cristãos. Deus nos oferece tudo de forma gratuita.
    Como cristãos, devemos buscar o sentimento de pertença, gratidão e de corresponsabilidade das ações pastorais em nossa comunidade paroquial.

    Outro ponto fundamental é compreender que o entendimento consciente sobre o dízimo colabora para o crescimento da consciência teológica do indivíduo e da comunidade paroquial, pois o dízimo é fruto da partilha dos fieis, e a eles pertence, a nível comunitário, paroquial e diocesano.
    Ao assumir o compromisso de contribuir com o dízimo, nos dispomos a nos encontrar com o Senhor e com a Igreja. Esse duplo encontro nos convida a uma verdadeira conversão, uma mudança de vida. Por isso o dízimo será sempre uma oportunidade privilegiada de através de um gesto concreto exercermos o amor fraterno através do nosso coração.

    O dízimo é um gesto de fé, a fé dá sabor e sentimento ao dízimo. Se não acredito no que professo, o dízimo se torna apenas uma oferta solidária, e nada mais. O cristão, contudo, vai além: porque a Igreja, ao fazer a sua partilha, a faz exercitando a fé. Para ele, a fé vem antes da quantia partilhada. Ele não é cristão porque é dizimista, mas é dizimista porque é cristão. Assim, a quantia partilhada tem um motivo que a antecede: a fé em Jesus como Aquele que dá com fé, ele se enriquece, já que é partilhado com o objetivo de evangelizar.

    O dízimo é partilha pois, ao oferecê-lo, contribuímos com parte do que temos. A união das partes oferecidas pelos membros de uma comunidade nos leva a ter condições de investir e sustentar o nosso plano de evangelização. É fundamental esse entendimento que ao partilhar, o dizimista está oferecendo o que é importante para si e para a sua comunidade.

    O dízimo é estável e periódico esse é o compromisso de ser dizimista em sua comunidade, o cristão está expressando a sua decisão de ser dizimista fiel. Se não for assim, a sua partilha seria uma oferta, e não dízimo. Para a comunidade paroquial isso é essencial, já que ela deve evangelizar de forma organizada, o que não seria possível se não pudesse prever, pelo menos aproximadamente, a quantia a receber em cada mês. Assim sendo, cabe ao dizimista ser fiel na sua contribuição também quanto à estabilidade e a periodicidade de sua contribuição.

    O dízimo é escolha e decisão, logo, ser dizimista é uma opção baseada na liberdade, também a quantia a ser oferecida deve ser decisão do próprio dizimista. A Igreja não diz que deve ser tanto, ou a partir de tanto, ou ainda não menos que tanto. Cabe a cada dizimista fiel tomar essa decisão e decidir com quanto vai contribuir. A Igreja não pode tomar essa decisão por você. Esta decisão deve partir de seu interior, deve ser uma quantia importante para você e para a comunidade. De um modo bem simples no discernimento, todo cristão é chamado a contribuir a partir de sua realidade. Os dez por cento bíblicos, são uma referência à qual todos são convidados a chegar, desde que decidam fazê-lo por convicção. É você que decide ser dizimista e com quanto vai contribuir.

    O dízimo é contribuição é muito importante esse entendimento, pois ao implantar a Pastoral do Dízimo no Brasil, os bispos decidiram que ele deve ser uma opção, e não uma obrigação (Doc. 106). Ao se tornar opção, ele é caracterizado pela escolha de cada católico. A Igreja não quer que ninguém seja obrigado a contribuir, mas que o faça livremente e com alegria. Não sendo imposto, mas proposto, o dízimo se torna participação. Cada católico é convidado a sustentar a sua comunidade, seja partilhando dons, carismas, inteligência. Essa partilha deve ser uma opção consciente e generosa. Para tanto, a liberdade é essencial. Todos são chamados a participar, ninguém, contudo, deve ser obrigado a fazê-lo!





    As dimensões do dízimo

    Religiosa: Pela dimensão religiosa entendemos que somos de Deus: Dele saímos e para Ele voltamos. Sendo o tudo, logo Deus não precisa de nossos bens, já que tudo pertence a Ele. Ao partilhar o dízimo, “dizemos” a Deus que temos consciência de nossa plena e total pertença a Ele, portanto o que partilhamos é um sinal da nossa pertença. É nisso que consiste a espiritualidade do dízimo: ele amadurece e aumenta a nossa comunhão com Deus, já que vivemos conscientes de que a nossa segurança está Nele, e não nos bens que possuímos.

    Eclesial: Sabemos que Deus não precisa de nosso dízimo, mas a Igreja presente no mundo sim, ela não tem como evangelizar sem utilizar-se dos instrumentos adequados. Como todo batizado e exercendo o protagonismo dessa Igreja, cabe a nós contribuir para que a missão deixada por Jesus se cumpra. Assim, somos nós, clérigos e leigos, que fazemos com que a comunidade tenha o suficiente para se sustentar, seja comprando velas, seja reformando salas, seja investindo na formação de lideranças. Cabe aos membros de cada comunidade sustentá-la exercendo a espiritualidade do dízimo, nós a fazemos através do dízimo e das ofertas. O dízimo, contudo, deveria ser o suficiente para manter e sustentar o dia a dia da comunidade evangelizadora.

    Missionária: Ao acolher o mandato de Jesus de levar o Evangelho a todas as pessoas (Mt 28,19), entendemos que sendo cristãos, somos missionários e missionárias. Não temos o direito de ficar fechados em nossas comunidades sendo uma religiosidade de manutenção. Devemos sair para ir ao encontro de quem não participa e de quem ainda não conhece Jesus. Somos uma comunidade missionária quando nos desacomodamos e vamos ao encontro das pessoas tanto dentro como fora dos limites de nossa comunidade. O Papa Francisco tem insistido: “Só podemos nos considerar cristãos de fato se, como Jesus, irmos ao encontro de todos para anunciar, sem imposição, quem é Jesus e no que consiste o Evangelho por Ele anunciado”.
    Parte do dízimo deve ser investido nas missões, tanto aquelas a serem realizadas na própria comunidade, como aquelas a serem efetivadas fora da comunidade. A comunidade que se acomoda e fica contente com quem já participa perdeu, ou nunca teve, senso missionário.

    Caritativa: Essa dimensão do dízimo leva os dizimistas a fazer o que Jesus fez: olhar com amor e colocar-se a serviço dos pobres. Como é possível que adoremos Jesus na Eucaristia e não o identifiquemos em quem sofre? Essa incoerência sinaliza o quanto vemos Jesus aqui e não ali. A comunidade dizimista, pela assistência e pela promoção, serve o pobre gratuitamente. É preocupante que uma comunidade invista somente em construções, e nem sequer perceba o pobre que está à sua porta, como o rico e Lázaro na parábola contada por Jesus. Quem opta pelo dízimo, opta preferencialmente, não exclusivamente! pelos pobres!
    Uma parte do dízimo deve ser destinada aos necessitados, aos pobres mais pobres. Seja pela assistência, seja pela promoção. Pela assistência atende-se àquelas necessidades urgentes, que não podem ser deixadas para amanhã, como alimento, roupa, remédio, entre outras. Pela promoção investe-se na formação e capacitação, dando às pessoas condições de terem uma forma de sustento e/ou uma profissão, como curso de culinária, de preparação para o vestibular, de plantio de horta, ou ainda o custeio de cursos profissionalizantes.



    FONTES BIBLIOGRÁFICAS :
    https://www.cnbb.org.br/a-importancia-do-dizimo/

    https://diocesesa.org.br/2019/06/entendendo-o-dizimo-a-partir-do-doc-106-da-cnbb/#:~:text=O%20Papa%20Francisco%20tem%20insistido:%20%E2%80%9CS%C3%B3%20podemos,aquelas%20a%20serem%20realizadas%20na%20pr%C3%B3pria%20comunidade 















    segunda-feira, 30 de dezembro de 2024

    Calendári o Litúrgico da igreja - CATÓLICA

     










    O Ano Litúrgico é o período de 12 meses do calendário cristão que celebra os mistérios de Cristo e dos Santos.
     É um tempo de simbolismo e sentido religioso, que representa a vida de Jesus,  desde o nascimento até à morte, e os textos da Bíblia. 
    O Ano Litúrgico é dividido em tempos litúrgicos, que se assemelham às estações do ano. Cada um tem as suas características próprias e altera o comportamento dos fiéis. 
    O Ano Litúrgico é marcado por dois ciclos principais: o Ciclo Pascal e o Ciclo do Natal: 
    O Ciclo Pascal tem como centro o Tríduo Pascal, e é preparado pela Quaresma.
    * Ciclo do Natal é preparado pelo Advento e prolonga-se até à festa do Batismo do Senhor.
    *O Ano Litúrgico também é caracterizado por três ciclos, chamados de anos A, B e C
    Cada ciclo tem uma sequência própria de leituras do Antigo e do Novo Testamento. 
    No ano A, a leitura principal é o Evangelho de São Mateus; 
    no ano B, é o Evangelho de São Marcos; 
    e no ano C, é o Evangelho de São Lucas. 
    O Ano Litúrgico começa com o primeiro domingo do Advento. 

    >>>>>>>>>>>>>>>
    O Ano Litúrgico é assim divido para que em cada Tempo possamos viver uma espiritualidade
     diferente. No Advento vivemos a expectativa da vinda do Messias, do nascimento do
     Salvador, e preparamos o nosso coração através da oração e ficamos vigilantes aguardando
     o Natal. O Natal é um tempo de alegria, a Igreja se veste de branco e a partir do nascimento
     de Jesus na manjedoura, um mistério nos liga a outro, ou seja, o nascimento nos prepara
     para aquilo que celebraremos na Páscoa. Em seguida celebramos a primeira parte do
     Tempo Comum e somos convidados a sair em missão com Jesus e construir o Reino de 
    Deus aqui na terra.

    O Tempo Comum, contudo, é dividido em duas partes, a primeira parte se inicia logo após a
     festa do batismo de Jesus, pois Ele, a partir desse momento, inicia a sua vida pública até o
     início da quaresma.
    . A segunda parte acontece após a Solenidade de Pentecostes e vai até o Tempo do
     Advento.
     O Tempo Comum é um tempo de esperança e de escuta fiel da Palavra do Senhor, por isso 
    a cor predominante é a verde, que é a cor da esperança. 
    O Tempo Comum estimula o fiel a ser sal na terra e luz no mundo e construir aqui na terra o
     Reino de Deus.
    O Tempo Comum como num todo, é composto de 34 semanas e nos apresenta Jesus num
     caminho de subida a Jerusalém para sofrer a paixão e durante essas 34 semanas ele nos
     mostra qual o caminho que devemos seguir para construir o Reino de Deus aqui na terra.
     Um Reino que se inicia aqui e que vamos vivenciá-lo de maneira definitiva no céu. 
    Esse Reino é diferente do que era exercido no tempo de Jesus, é um Reino de amor e de
     paz e que pregava a inclusão de todas as pessoas.

    >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
    outras informações de ano litúrgico :
    https://www.amiguinhosdedeus.com/2021/11/novo-ano-liturgico.html 
    https://www.paieterno.com.br/2023/01/12/saiba-o-que-significa-o-ano-a-b-e-c-da-igreja/ 
    https://formacao.cancaonova.com/igreja/catequese/o-ano-liturgico/ 
    https://www.cnbb.org.br/o-ano-liturgico/

    https://fidesomnium.wordpress.com/category/tempo-liturgico/  

    sexta-feira, 5 de janeiro de 2024

    Teatro de Fantoches de papelão - teatro de sombras -link- dicas





     

    teatro de papelão com as crianças -passo a passo -modelo -espaço para fazer os fantoches com caixa

     



    Bom dia !

    Dicas  para desenvolver um espaço criativo para conviver e envolver a familia,trabalhando com o teatro em especial com a família ,mas pode ser usado na escola,trabalho. Eis os modelos praticos com os sites dos criadores dessa bela arte de cria e inovar!

    Tem muitas sugestões no site de busca do google - é só colocar - caixa de papelão para teatro de fantoches passo a passo - https://www.google.com/search?=caixa+de+papel%C3%A3o+para+teatro+de+fantoches+passo+a+passo&sca_esv=595946801&tbm=isch&sxsrf=AM9HkKlJ2g0tElVJ4hhqKV5wKP2H4GD1hQ:1704459643463&source=lnms&sa=X&ved=2ahUKEwi4mdT8psaDAxUarJUCHURIAr4Q_AUoAXoECAEQAw&biw=1356&bih=1030&dpr=0.8#imgrc=cvB1zhQtcm9gfM&imgdii=aLG7LFT0jgIIaM 





    Teatro de Papelão para  trabalhar com fantoches e váriados temas, fica a disposição para a criatividade de cada um!

    • abra a caixa de papelão e recorte as laterais, deixando somente o fundo;
    • faça um retângulo na parte de cima da caixa de 12x8m, deixando 4 dedos para a borda da caixa;
    • com a cola quente grude o tecido na parte de cima no retângulo;
    • por fim, decore de acordo com o tema da história a ser contada.



    • fonte /: https://blog.universo-maker.com/teatro-de-fantoches/cultura/ 










    Fontes : 
    https://contacaodehistoria.com.br/todos/caixa-cenica-para-teatro-de-dedoches/ 
    https://tempodecreche.com.br/postura-do-pofessor-e-rotina/dedoche-uma-experiencia-de-expressao-e-relacao/

    https://artesanato.blog.br/teatro-de-fantoches/ 
    (passo a passo - da criação:)
    1. Primeiramente, para fazer um teatro de fantoches, pegue uma das caixas de sapato e faça uma margem no fundo dela, medindo 3cm da borda em cada um dos lados;
    2. Corte ao redor da margem, retirando um retângulo do meio da caixa, este pedaço será reaproveitado, então guarde-o;
    3. Vá em uma das laterais da caixa faça outra margem de 3cm de cada lado e faça a mesma coisa do passo anterior, deixando mais um buraco desta vez no lado da caixa. Não se esqueça de medir os 3 cm da parte de cima já contando com o tamanho da tampa.
    4. Pegue a segunda caixa de sapato para fazer o teatro de fantoches, e faça a mesma coisa feita no passo anterior, neste espaço você poderá movimentar os bonecos;
    5. Agora, cole a tampa na caixa usada no passo anterior com cola branca ou cola quente, assim será formado o fundo para fazer o cenário do teatro de bonecos;
    6. Pegue a primeira caixa de sapatos, coloque-a sobre a outra caixa e a partir dela, risque com lápis ou caneta o fundo já cortado na primeira caixa. Desta forma você terá as duas exatamente na mesma medida;
    7. Corte a margem feita na caixa anterior assim como foi feita nos dois primeiros passos;
    8. A caixa com tampa ficará localizada em cima da outra no seu teatro de bonecos;
    9. Agora, pegue a caixa de dentes separada para fazer o teatro de bonecos e cole na parte de cima da caixa com tampa, ali será escrito o letreiro do teatro;
    10. Precisa-se agora dar textura e uniformidade ao trabalho, para isso, misture cola e água na mesma medida, e corte tiras de jornal e vá colando as tiras em toda a peça. Depois de seca, além de uniforme ficará dura e resistente;
    11. Agora é a hora de decorar o teatro de bonecos, para isso, pinte com tinta branca toda a arte para a segunda tinta pegar com uma cor forte;
    12. Se quiser, faça bandeiras ou pequenas decorações com palito de churrasco sobre o teatro de bonecos, próximo de onde ficou a caixa de pasta de dente;
    13. O letreiro pode ser como você preferir, mas o recomendado é escrever “Teatro” com pequenos pedaços de papelão e colar na caixa de pasta de dente;
    14. Pinte-a como preferir e cole retalhos de tecido onde quiser, a decoração do teatro de fantoches fica de acordo a criatividade de cada um;
    15. Por fim, faça a cortina, é bem simples, pegue duas tiras de tecido, dobre cada uma delas ao meio, e prenda nas laterais de dentro da caixa de cima, feito isso, basta prender o meio dela com um alfinete para dar o franzido comum da cortina, e assim você poder soltar antes da peça começar.
    Video para fazer o passo a passo do espaço do cenário :
    materiais :
    Materiais utilizados para fazer a Caixa de Teatro: • 1 caixa de papelão • Fita crepe • Papel para encapar a caixa • Tesoura • Estilete • Canetinhas coloridas • Espetinhos de churrasco • Cola quente • Cola branca ou em bastão
    Fonte : https://www.youtube.com/watch?app=desktop&v=lJo0h1vUk9Q 





    quinta-feira, 8 de julho de 2021

    CANTOS DE DIZIMO - ALGUNS*editando*

     






    Feliz daquele que humildemente, vem partilhando em favor  de alguém .

    Colaborando com sua igreja, tirando as vezes o pouco que tem.

    É assim que age nossos dizimistas, porque confiam no Supremo Pai.

    Contribuindo para melhores dias, o dizimista caminhando vai!

     

    Refrão: Ser dizimista é ,viver em comunhão

    Ser solidário, acolher o seu irmão

    O dizimista faz prodígios acontecer

    Mesmo no gesto de um pouco devolver.

     

    2-Ser dizimista é ser consciente, do seu dever perante a lei de Deus,

     e sobretudo dar seu testemunho, poder dizer: “Sou um dos filhos seu”,

    o  dizimista  conscientizado, atende a Deus com sua gratidão.

    Ao colocar –se em favor da igreja, no compromisso da sustentação.

    Refrão:  Ser dizimista é....

     

    ................

    - É o dízimo, Senhor, que nos mostra com certeza gratidão ao Criador

    compromisso na Igreja! (bis)                                                                     

     Nada me falta em meu caminhar.

    O Senhor abençoa a quem aprendeu a partilhar!

    Vem ser dizimista na comunidade. /

    Caminho seguro de verdadeira fraternidade!

    ..................

    -É tarefa de todo cristão, ajudar alguém pobre a viver.  

    Tudo o que pertence ao nosso Deus,  Isso nós devemos devolver. 

    Se pagarmos o que nós devemos, novidades vão aparecer! 

      Refrão: Dízimo, dízimo,  Pertence ao Pai, e não a mim (bis) 

    (2) - Dízimo é participação, da igreja pobre que caminha. 

    É sustento da casa do Pai, é ajuda para todo irmão. 

    Isso é ação comunitária. 

    De palavra e também de oração.. refrão

     (3) - Não convém comprar o céu, com o dízimo,

     Mas não dê somente  a migalha.  

     Ele existe para ajudar, Na saúde e também no trabalho.

     Chegaremos aos necessitados, com fome, dê também um agasalho. refrão.

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